20 de janeiro de 2021

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ByteDance consegue negociar um acordo no TikTok até 4 de dezembro

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Espera-se que ninguém comece a forçar a execução do negócio para separar os negócios americanos da TikTok em uma empresa independente em meio à eleição presidencial, então a empresa chinesa ByteDance recebeu outro adiamento até 4 de dezembro. As autoridades dos EUA devem estudar novas propostas do lado chinês sobre a estrutura do negócio até esta data.

Fonte da imagem: Reuters

Inicialmente, o presidente Donald Trump tomou a iniciativa de proibir o TikTok nos Estados Unidos em sua forma atual em 14 de agosto, ordenando que os empresários chineses o transferissem para os acionistas americanos em 90 dias. A proibição de baixar o TikTok por usuários americanos foi posteriormente bloqueada por uma decisão do tribunal, e a consideração do acordo para reestruturar os ativos da TikTok nos Estados Unidos foi adiada várias vezes. A última decisão dos reguladores americanos estende esse período em mais uma semana.

Conforme notado pela Reuters, na configuração mais recente, que o lado americano agora está considerando, o negócio implica a presença de algumas propostas da ByteDance, destinadas a atender às exigências das autoridades norte-americanas. A essência dessas propostas não foi especificada, mas esta é a quarta versão das alterações. Em sua forma inicial, a aliança entre Walmart e Oracle receberia uma grande participação na TikTok Global, cabendo à Oracle o processamento e armazenamento de dados dos usuários americanos do serviço.

As autoridades chinesas protestaram uma vez contra a transferência do algoritmo de recomendação exclusivo TikTok para o controle dos americanos, declarando seu direito de restringir a exportação desta parte do código do programa. Ainda não foi especificado como a posição deles mudou desde setembro. Os representantes da ByteDance entraram com várias ações judiciais contra agências dos EUA, instando-as a transferir os ativos da TikTok para os acionistas americanos. Alguns desses casos serão ouvidos nos tribunais já em janeiro, quando o presidente eleito dos Estados Unidos, Joseph Biden, tomar posse. Ele ainda não formulou publicamente sua posição sobre a situação com o TikTok.

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