Esta semana, os parlamentares dos EUA estavam decidindo o destino de uma conta de US$ 52 bilhões de um ano para apoiar a indústria nacional de semicondutores, mas o processo de aprovação demorado mais de uma vez causou preocupação aos fabricantes de chips dos EUA, que incluem Intel e GlobalFoundries. A gestão destes últimos admitiu mesmo que foram obrigados a promover a implementação de projetos em outros países.

Fonte da imagem: GlobalFoundries

Como admitiu Tom Caulfield, chefe da GlobalFoundries, em entrevista à Reuters, no ano passado a empresa decidiu expandir suas instalações de produção nos EUA, Europa e Cingapura, mas a implementação dos projetos dependia em grande parte da alocação de subsídios governamentais. Como as autoridades norte-americanas na época não tinham pressa em garantir a alocação de recursos para a expansão da produção da GlobalFoundries no estado de Nova York, projetos em Cingapura e na Europa vieram à tona.

Surpreendentemente, desde o final do ano passado, a GlobalFoundries vem negociando com as autoridades francesas subsídios para a construção de uma nova instalação neste país, que a empresa irá operar em conjunto com a STMicroelectronics. A disponibilidade do governo francês para apoiar financeiramente o projeto, segundo o chefe da GlobalFoundries, contribuiu para a rápida realização de um acordo de cooperação. Por isso, os sócios anunciaram a construção de uma fábrica na França antes da decisão de construir outra fábrica no Estado de Nova York. Se as autoridades norte-americanas não tivessem atrasado o fornecimento de subsídios, o projeto americano GlobalFoundries teria recebido desenvolvimento prioritário. A empresa não pode financiar todos os três projetos de construção exclusivamente às suas próprias custas. Quanto será necessário para construir um novo empreendimento nos Estados Unidos,

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