As mudanças estruturais anunciadas pela administração da Renault não se tornaram uma sensação, pois há muito eram discutidas no nível de rumores. O plano de reestruturação de uma das montadoras mais antigas da Europa envolve a divisão da empresa em duas partes. Um se concentrará na produção de veículos elétricos e o segundo – na produção de carros com motores de combustão interna e híbridos. As mudanças devem entrar em vigor a partir de 2023.

Fonte da imagem: Renault

Conforme planejado, os ativos da Renault relacionados a veículos elétricos estarão concentrados territorialmente na França, a empresa desenvolverá essa linha de negócios com o envolvimento de investimentos de terceiros e parceiros. É verdade que o papel dos “vizinhos” na aliança – as japonesas Nissan e Mitsubishi – ainda não foi determinado, mas as negociações correspondentes podem começar já no final desta semana. Em 2023, a divisão de veículos elétricos da Renault terá 10.000 funcionários.

A segunda parte do negócio, relacionada a motores de combustão interna e máquinas baseadas neles, operará fora da França, mas o número de pessoal especializado também será de 10.000 pessoas. Se os veículos elétricos Renault forem produzidos principalmente na França, a empresa tem empresas suficientes em todo o mundo para produzir carros com motores de combustão interna: são Espanha, Portugal, Turquia, Romênia e América Latina. Os projetos de parceria não estão excluídos nesta área, pois o mesmo Logan no México, por exemplo, é oferecido sob o logotipo da Nissan.

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