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Em 2012, apenas um terço da receita da Huawei gerou vendas no mercado chinês; no ano passado, essa participação atingiu dois terços justamente por causa das sanções americanas. No segmento de equipamentos de telecomunicações para redes 5G, a empresa contará também com a demanda doméstica – poderá atendê-la até o final de 2021.

Fonte da imagem: Bloomberg

De acordo com a Bloomberg, citando suas próprias fontes de conhecimento, a TSMC forneceu à Huawei processadores HiSilicon Tiangang de 7 nm avançados para estações base desde o final de 2019, o número total de componentes enviados ultrapassou 2 milhões de peças. Isso será suficiente, segundo fontes, para abastecer as operadoras chinesas com estações-base para redes 5G até o final de 2021. Desde meados de setembro, a TSMC interrompeu todo o fornecimento de componentes para as necessidades da Huawei Technologies de acordo com os requisitos das autoridades dos EUA.

Os equipamentos de telecomunicações da Huawei estão gradualmente sendo excluídos dos projetos de infraestrutura em muitos países europeus, de modo que a empresa simplesmente terá que se concentrar na demanda doméstica. Por outro lado, as redes 5G chinesas estão entre as mais desenvolvidas do mundo, de modo que a empresa dificilmente terá que reclamar da falta de mercado de vendas. Infelizmente, a situação com componentes para a produção de smartphones não é tão animadora – especialistas acreditam que os estoques existentes de componentes da Huawei podem se esgotar em meados de 2021, e as vendas de smartphones da marca cairão cinco vezes.

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