O criador do Ai-Da, o galerista Aidan Meller, desenvolveu o robô em colaboração com a Engineered Arts e uma equipe da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Moeller disse a Garon que o produto da venda será reinvestido no projeto: “Temos algumas ideias inovadoras para Ai-Da que serão lançadas no próximo ano, e todo o dinheiro que ganharmos agora será investido de volta no projeto”.
Ai-Da vem atraindo a atenção da comunidade artística global há vários anos. O seu trabalho, apresentado em exposições internacionais, incluindo a Cimeira das Nações Unidas em Genebra, está a suscitar discussões animadas sobre o que significa ser um artista na era da tecnologia. “Minha arte incentiva a reflexão sobre a relação entre homem e máquina”, diz o robô em uma de suas mensagens de vídeo.
Os desenvolvedores do robô afirmam que cada um de seus trabalhos é único e imprevisível. Ao contrário dos algoritmos que simplesmente compilam conteúdo com base em imagens pré-existentes, o Ai-Da cria imagens usando ferramentas autônomas integradas, diferentemente de sistemas como DALL-E ou Midjourney.
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