Os britânicos se ofereceram para abater drones com velhos mísseis militares guiados a laser

A empresa de defesa britânica BAE Systems testou com sucesso um míssil guiado por laser projetado para combater drones. Os veículos aéreos não tripulados são cada vez mais usados ​​para fins militares, de modo que sua destruição parece ser uma tarefa urgente.

Fonte: baesystems.com

Os testes foram realizados no local de teste Yuma (Arizona, EUA). Para destruir os drones, foram usados ​​mísseis APKWS (Advanced Precision Kill Weapon System), uma versão atualizada do modelo não guiado HYDRA 70, que entrou em serviço nos Estados Unidos em 1948. Os mísseis usavam motores Mk66, ogivas M151, fusíveis de proximidade e sistemas de orientação a laser.

Os desenvolvedores do projeto decidiram atingir seu objetivo com custo mínimo. Mísseis testados pelo tempo provaram ser ideais para destruir pequenos drones táticos UAS Classe 2 (até 25 kg). A chave para o sucesso acabou sendo um fusível de proximidade, desenvolvido em conjunto com a L3Harris Technologies and Technology Service Corporation. Graças a esse fusível, o foguete não precisa atingir o alvo diretamente – basta estar nas proximidades dele.

Esta solução acabou por ser mais barata do que mísseis especializados da classe C-UAS (Counter Unmanned Aircraft Systems). Além disso, a presença de um sistema de orientação a laser significa que, antes de lançar um foguete, não há necessidade de perder tempo na aquisição do alvo – isso acontece já em vôo e, depois que o alvo é travado, é feita uma abordagem até ele. O projeto, esclareceu a BAE Systems, é parte de uma importante defesa contra veículos aéreos não tripulados das forças armadas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e aliados.

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