Em junho, as autoridades reguladoras indianas já haviam bloqueado temporariamente o Telegram, alegando a necessidade de combater a disseminação de informações indesejadas, incluindo supostos vazamentos de materiais de exames para faculdades de medicina indianas. Agora, exigem que a plataforma tome medidas mais decisivas para combater a disseminação de conteúdo pirateado.

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Conforme relatado pelo The New Indian Express, citando a PTI, o Ministério da Informação e Radiodifusão da Índia exigiu que o Telegram tome medidas concretas em 15 dias para impedir a circulação de cópias pirateadas de filmes, séries online e músicas. Até o momento, cada caso tem sido investigado individualmente, mas o ministério agora está preparado para responsabilizar os proprietários da plataforma digital por não combaterem efetivamente a distribuição de conteúdo pirateado.
As autoridades lembraram à administração do Telegram que as leis indianas, em vigor desde 1952 e 1957, respectivamente, preveem não apenas responsabilidade administrativa, mas também criminal por violação de direitos autorais. O ministério concluiu que a atuação individual em cada canal do Telegram que distribui conteúdo obtido ilegalmente não está produzindo os resultados desejados e agora espera que a plataforma tome medidas mais decisivas nessa área. Os órgãos reguladores indianos também questionaram a forma como o Telegram lida com as reclamações de detentores de direitos autorais sobre a distribuição ilegal de sua propriedade intelectual. As medidas do governo visam proteger os interesses da indústria criativa indiana, segundo comunicado da agência.
Poucos dias antes, as autoridades indianas apresentaram queixas contra o aplicativo de mídia social e mensagens da empresa americana Meta✴Platforms, referentes à distribuição de materiais supostamente relacionados a abuso sexual de menores.