Só neste ano, a Meta✴ bloqueou mais de 6,8 milhões de contas do WhatsApp vinculadas a transações fraudulentas, informou o Washington Post, citando um comunicado da empresa. Muitas das contas estavam vinculadas a polos criminosos no Sudeste Asiático, envolvidos em tudo, desde esquemas de pirâmide financeira a investimentos fraudulentos em criptomoedas.
Fonte da imagem: Alexander Shatov / unsplash.com
Os fraudadores frequentemente pedem às vítimas um pagamento adiantado para receber o lucro prometido, informou o Meta✴. Às vezes, os invasores mostram às vítimas quanto elas supostamente ganharam e se oferecem para fazer pagamentos adicionais. Ao identificar contas fraudulentas em uma plataforma com criptografia de ponta a ponta, o Meta✴ utilizou meios técnicos antes mesmo que os criminosos tivessem tempo de concluir seu plano. Quando uma pessoa desconhecida adiciona um usuário a um grupo do WhatsApp, a plataforma agora exibe um aviso.
Até o final de 2024, os americanos perderam mais de US$ 12,5 bilhões devido a esquemas fraudulentos, o que representa um aumento de 25% em relação ao ano anterior, de acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos. O número de esquemas fraudulentos registrados permaneceu o mesmo e a porcentagem de pessoas que perderam dinheiro aumentou. Os esquemas mais comuns são aqueles envolvendo impostores, problemas com compras online, ofertas de emprego fraudulentas ou ofertas relacionadas a negócios e esquemas envolvendo investimentos fictícios. Para se proteger de tais incidentes, os especialistas recomendam tratar essas ofertas com cautela e não se apressar em responder, embora os golpistas frequentemente criem uma falsa sensação de urgência.
Às vezes, os invasores tentam cobrir várias plataformas simultaneamente para impedir que empresas de tecnologia tenham visibilidade total da escala de suas operações. Em um caso, uma rede de contas fraudulentas foi derrubada por um esforço conjunto entre a Meta✴ e a OpenAI. Um grupo criminoso cambojano utilizou golpes de investimento em criptomoedas e um esquema Ponzi para alugar veículos elétricos de mobilidade pessoal. Os golpistas usaram o ChatGPT para gerar mensagens de texto no WhatsApp que direcionavam as vítimas em potencial para o Telegram, onde eram incentivadas a curtir o TikTok.
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