Em 26 de setembro, o parlamento sul-coreano aprovou um projeto de lei que criminaliza a distribuição, posse e visualização de vídeos ou imagens contendo deepfakes sexualmente explícitos. Para visualizar e armazenar tal conteúdo, a lei prevê pena de até três anos de prisão ou multa de até 30 milhões de won (US$ 22,6 mil), e para a criação desses deepfakes há pena de até cinco anos de prisão ou uma multa.
Fonte da imagem: Pixabay
Só neste ano, a polícia sul-coreana recebeu mais de 800 denúncias de deepfakes sexualmente explícitos. Em particular, os reguladores sul-coreanos estão a investigar o envolvimento do mensageiro Telegram na distribuição de tal conteúdo devido à moderação insuficiente. O Telegram supostamente possui canais com mais de 200 mil assinantes onde esse conteúdo é distribuído.
Para que a lei atual entre em vigor, ela deverá ser assinada pelo presidente sul-coreano, Yoon Seok-yeol.
Os legisladores russos também propuseram recentemente adicionar a responsabilidade por deepfakes ao Código Penal – um projeto de lei foi apresentado à Duma do Estado propondo reconhecer o uso de deepfakes como uma circunstância agravante em casos de fraude e calúnia.
Esta semana, os legisladores dos EUA avançaram ainda mais na aprovação de um pacote de…
A reação inicial do mercado de ações à divulgação dos resultados trimestrais no final desta…
A rede social X, de Elon Musk, lançou um aplicativo de mensagens independente, o XChat,…
O primeiro táxi autônomo da Tesla, o Cybercab, saiu da linha de montagem em fevereiro…
A BMW vem cultivando a ideia de criar um revestimento para a carroceria que muda…
Segundo Ken Claffey, CEO da VDURA, o aumento dos preços e a escassez de memória…