A MTS planeja expandir sua presença nas regiões oferecendo serviços convergentes (serviços fixos e móveis) baseados em parcerias com operadoras locais de telefonia fixa, informou o Kommersant citando um representante da operadora.

Fonte da imagem: Pixabay

Usando essa estratégia, a operadora planeja entrar em 15 entidades constituintes da Federação Russa em parceria com operadoras regionais de telefonia fixa até o final do ano. Atualmente, a MTS fornece serviços de Internet com fio em 58 regiões, mas não em todas as cidades. A MTS acredita que esta abordagem economizará dinheiro e desenvolverá novos territórios onde não possui rede fixa própria.

A MTS já começou a trabalhar no território de Krasnoyarsk em parceria com a Orion Telecom; em agosto, projetos semelhantes serão iniciados nas regiões de Khakassia, Lipetsk e Irkutsk. Até ao final de 2022, o operador prevê somar até 10% dos lares com acesso a um produto convergente sob duas marcas, com serviços MTS e acesso em banda larga doméstico de um operador parceiro (comunicações móveis, IPTV ou cinema online Kion).

O contrato será celebrado pelo utilizador com dois operadores: com um operador regional – para a prestação de serviços de telefonia fixa, com a MTS – para comunicações móveis, incluindo ligação a serviços. O assinante terá uma única conta vinculada ao número de celular MTS.

De acordo com uma fonte do Kommersant no mercado de telecomunicações, dada a falta de equipamentos de fornecedores estrangeiros, tal estratégia é bastante lógica. Além disso, custará muito menos do que construir uma rede ou comprar uma empresa com uma rede existente, segundo outra fonte.

As tarifas convergentes também são usadas ativamente pelos concorrentes da MTS – MegaFon, VimpelCom, Tele2. Ao mesmo tempo, uma fonte do Kommersant em um dos principais provedores de Internet expressou dúvidas sobre a eficácia da parceria da MTS com os participantes locais, pois seria difícil garantir o mesmo nível de serviço e velocidade em todas as regiões devido às diferenças na infraestrutura dos operadores locais. Mesmo que a MTS ofereça um preço favorável, existe o risco de as redes parceiras não resistirem ao fluxo de assinantes, acredita a fonte do Kommersant.

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