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O telescópio russo ART-XC, a bordo do observatório espacial Spectrum RG, começou a executar um programa científico inicial. Durante a primeira varredura do “espessamento” central da Via Láctea, uma nova fonte de raios-X, chamada SRGA J174956-34086, foi detectada.

Durante todo o tempo de observação, a humanidade descobriu cerca de um milhão de fontes de radiação de raios-x e apenas dezenas delas têm seus próprios nomes. Na maioria dos casos, eles são chamados de maneira uniforme, e o nome do observatório que abriu a fonte se torna a base do nome. Após a descoberta de uma nova fonte, os cientistas terão que continuar a pesquisa que ajudará a determinar sua natureza. A fonte pode ser um quasar distante ou um sistema estelar localizado em relativa proximidade com uma estrela de nêutrons ou um buraco negro.
Para localizar com precisão o objeto, os cientistas observaram a fonte de radiação de outro telescópio. Foi utilizado o telescópio de raios X XRT do Observatório Swift Neil Gerls, que possui a melhor resolução angular. A fonte de radiação nos raios X macios era mais fraca que no duro. Isso acontece se a fonte de radiação estiver localizada atrás de nuvens de gás e poeira interestelar.
No futuro, os cientistas tentarão obter espectros ópticos que determinarão a natureza da fonte de raios-x detectada. Se isso não for possível, o ART-XC continuará a explorar áreas para procurar objetos mais fracos. Apesar do próximo escopo de trabalho, note-se que o telescópio russo ART-XC já deixou sua marca nos catálogos de fontes de raios-X.
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