Em breve, a Mauritânia tentará usar os drones para combater mais efetivamente enxames de gafanhotos do deserto, que causam enormes danos às plantações e, consequentemente, às fazendas. Uma nova abordagem está sendo testada pelas Nações Unidas, que espera minimizar os danos causados pelos gafanhotos do deserto.
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Este trabalho faz parte de uma colaboração entre a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e o Centro Nacional de Gafanhotos do Deserto. É relatado que os drones serão usados para monitorar e rastrear gafanhotos, bem como iniciar um sistema de alerta precoce que reduzirá os danos às plantações. Juntamente com os drones, cinco grupos de 10 pesquisadores serão implantados em áreas de criação de gafanhotos – isso também ajudará a reduzir o impacto negativo sobre agricultores e comunidades.
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Esses grupos serão destacados por 21 dias e incluem representantes da Argélia, Burkina Faso, Mauritânia, Marrocos, Níger, Senegal, Chade, Líbia, Mali e Tunísia. A atual fase de teste determinará se os drones são adequados para uso na Mauritânia e, se tudo correr bem, permitirá que sejam usados em outros países cuja agricultura sofre ataques devastadores de gafanhotos do deserto.
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