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Afiada tornou-se um dos mais recentes fornecedores da Apple, que anunciou planos para retirar parte da produção de produtos da China em conexão com a atual guerra comercial entre Washington e Pequim.

REUTERS / Toru Hanai

O CEO da Apple, Tim Cook (Tim Cook), em um recente relatório trimestral, observou que as pessoas não devem confiar muito nos relatórios de que a empresa está transferindo a produção da China. No entanto, certos passos nessa direção ainda estão ocorrendo.
Por exemplo, a maior fabricante de smartphones do iPhone, a Foxconn, confirmou relatos do lançamento da produção em massa do iPhone na Índia este ano. E a Foxconn não vai se limitar às vendas no mercado interno, já que a informação já está chegando sobre o fornecimento de smartphones da Índia para outros países.

Também houve relatos de produção de MacBook e iPad na Indonésia, linhas de produção de Pegatron na Índia e no Vietnã, e o fabricante de contratos GoerTek, que está iniciando a produção de testes de AirPods no Vietnã.
Portanto, dificilmente alguém ficou surpreso com a publicação da agência Reuters que a Sharp está construindo uma fábrica no Vietnã, em resposta à crescente guerra comercial dos EUA com a China.
Na noite de quinta-feira, a Sharp, que fabrica sensores, módulos de câmera e monitores para smartphones iPhone, anunciou planos para criar uma divisão no Vietnã para lançar uma nova fábrica. Esta planta produzirá telas planas, dispositivos eletrônicos e purificadores de ar no próximo ano fiscal, a partir de abril de 2020.
De acordo com a Sharp, devido à presença da fábrica aqui, a empresa poderá transferir parte de sua produção da China a qualquer momento, se os clientes exigirem.
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