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Não muito tempo atrás, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a criação das forças espaciais francesas que seriam responsáveis ​​pela proteção dos satélites estatais. Parece que o país reagiu seriamente a essa questão, uma vez que o ministro francês da Defesa anunciou o lançamento de um programa, segundo o qual será desenvolvido o desenvolvimento de nanossatélites equipados com lasers e outras armas.
A ministra Florence Parley (Florence Parly) anunciou que 700 milhões de euros serão redistribuídos do principal orçamento militar do país para a defesa espacial. Ao mesmo tempo, até 2025, cerca de 4,3 mil milhões de euros serão gastos para esses fins. Entre outras coisas, esse dinheiro será gasto na atualização da rede francesa de satélites de comunicações militares.

Os militares querem obter os satélites da próxima geração, equipados com câmeras que permitem identificar oponentes. A longo prazo, os satélites devem ser equipados com pistolas especiais, metralhadoras e lasers, que permitirão atacar e desabilitar a espaçonave de um inimigo em potencial.
Até mesmo no Ministério da Defesa da França afirmou que as forças armadas deveriam ter a possibilidade de lançar um grupo de nanossatélites em órbita que possam proteger as instalações estratégicas. Além disso, os militares devem poder lançar rapidamente satélites, o que permitirá a rápida substituição de dispositivos que falharam. De acordo com os dados disponíveis, os militares franceses planejam formar uma constelação de satélites até 2030.
O ministro Parley diz que a meta da França não é ir à ofensiva, mas se proteger. Note-se que, se um país determinar que um estado comete um ato hostil, será capaz de revidar usando satélites militares. Ela também observou que o programa francês não contradiz o Tratado do Espaço Exterior, que proíbe expressamente coisas como armas nucleares ou “outras armas de destruição em massa”.
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