Ontem, soube-se que os reguladores chineses pediram à Nvidia que explicasse a presença de funções de rastreamento de localização e bloqueio remoto nos aceleradores H20, a pedido do desenvolvedor. A empresa teve que se justificar, afirmando que esses aceleradores de computação não oferecem nada parecido.
Fonte da imagem: NVIDIA
A resposta oficial da Nvidia ao pedido dos reguladores chineses declarou o seguinte: “A segurança cibernética é fundamental para nós. Os chips da Nvidia não possuem ‘backdoors’ que permitam que alguém os acesse ou controle.” Vale ressaltar que a necessidade de implementar tais funções já foi declarada por parlamentares americanos, mas medidas práticas para implementar esse plano ainda não foram tomadas.
Como apontam analistas da Gavekal Dragonomics, a China desenvolveu alternativas aos aceleradores de computação da Nvidia o suficiente nos últimos anos para poder colocá-los na mesa de negociações com os EUA, se necessário. Eles não são mais indispensáveis, o que dá ao lado chinês espaço para barganhar. Representantes da 86Research acreditam que as autoridades chinesas não arriscarão realmente a disponibilidade dos aceleradores da Nvidia no mercado local, e o pedido por “funções de espionagem” é em grande parte simbólico.
As autoridades chinesas já encontraram motivos para criticar as atividades de empresas americanas como a Micron e a Intel, mas essas alegações, em última análise, não levaram a consequências graves para nenhuma das partes. A própria Nvidia ainda está sob investigação antitruste na China, que envolve as circunstâncias de sua aquisição da israelense Mellanox Technologies em 2020.
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