A empresa Meta Platform recorreu ontem da decisão da British Competition and Markets Authority (CMA), que exigia o cancelamento da aquisição do serviço Giphy em 2020 – a agência insistiu na venda da empresa.
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A decisão da autoridade antitruste britânica abriu um precedente quando uma grande empresa de tecnologia foi efetivamente condenada a se livrar de um ativo adquirido anteriormente. O CMA, liderado por Andrea Coscelli, intensificou o trabalho em gigantes da tecnologia, principalmente Meta e Google, o mercado dominante de publicidade online.
Meta sublinhou que o serviço Giphy não tem representação no Reino Unido: a empresa não tem funcionários, nem escritórios, nem receitas separadas no país. O CMA, por sua vez, observou que apenas os britânicos buscam um bilhão de GIFs no Giphy por mês, e 73% do tempo que os moradores do país passam nas redes sociais cai nos serviços do Meta no Facebook, Instagram e WhatsApp. A agência sugere que o Giphy também poderia entrar no mercado de publicidade gráfica – e se o serviço fosse independente, acabaria se tornando um concorrente do Facebook.
Sócio do escritório de advocacia Crowell & Moring, Peter Broadhurst, está confiante de que tais movimentos da agência podem criar incerteza para as empresas que tentam fechar negócios com jogadores com os quais ainda não competem, mas podem entrar em uma briga mais tarde.
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