Os fornecedores americanos de equipamentos para fabricação de chips tiveram dificuldade em fazer lobby pela sincronização dos controles de exportação dos EUA com os aliados, pois as sanções estavam mudando o cenário competitivo para pior. Na semana passada, a gerência da Applied Materials admitiu que a empresa perderá cerca de US$ 400 milhões em receita este ano devido às sanções contra a China.
Fonte da imagem: Materiais Aplicados
O ano fiscal de 2025 da Applied Materials termina no final de outubro, e a empresa divulgou seus resultados do primeiro trimestre na semana passada. A previsão da administração da empresa para o trimestre atual decepcionou os investidores. Eles esperavam uma receita de US$ 7,22 bilhões, enquanto a empresa sugere não atingir mais do que US$ 7,1 bilhões. Ao mesmo tempo, a renda específica de US$ 2,3 por ação nessa previsão acabou ficando próxima das expectativas do mercado.
A China é responsável por cerca de um terço da receita da Applied Materials, então o reforço dos controles de exportação está afetando duramente a empresa. No ano anterior, a receita chinesa deste fornecedor representava 45% do seu total. A empresa perderá aproximadamente US$ 400 milhões em receita no atual ano fiscal devido às sanções contra a China, com cerca de metade do declínio ocorrendo no trimestre atual. Basicamente, o problema será causado pela perda da capacidade da empresa de fazer a manutenção de seus próprios equipamentos usados por clientes chineses. A longo prazo, o crescimento da demanda em outras direções geográficas compensará essas perdas, mas por enquanto teremos que suportá-las. Os data centers em breve ultrapassarão os PCs e smartphones, que historicamente lideraram o caminho em termos de consumo de silício.
Os resultados do último trimestre da Applied Materials foram melhores que o esperado. A receita aumentou 6,8%, para US$ 7,17 bilhões, em comparação com a previsão de US$ 7,15 bilhões, e o lucro por ação chegou a US$ 2,38, em comparação com a previsão de US$ 2,28. Além da crescente necessidade de chips no segmento de IA, a demanda por equipamentos para fabricá-los será alimentada pela crescente complexidade de embalagens, o que estimulará atualizações de ferramentas.
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