O chip GB10 Grace Blackwell apresentado ontem foi desenvolvido em conjunto pela Nvidia e MediaTek e, portanto, o fundador da primeira empresa disse em conferência de imprensa que esta última pode dispor desses desenvolvimentos a seu próprio critério, e a própria Nvidia tem “seus próprios planos” para uso posterior deste processador, além da plataforma de desenvolvimento Project Digits.
Fonte da imagem: NVIDIA
No mínimo, a Reuters cita as seguintes declarações do CEO da Nvidia, Jensen Huang, sobre a capacidade da MediaTek de usar desenvolvimentos conjuntos no chip: “Agora eles podem nos dar, podem mantê-lo e atender às necessidades do mercado. Assim, esta situação acabou por ser benéfica para ambas as partes.” Anteriormente, havia rumores sobre as intenções da Nvidia de desenvolver um processador para PCs que pudesse competir com soluções da Intel, AMD e Qualcomm.
O Project Digits, de US$ 3.000, não pode reivindicar o status de produto de massa, pois é uma plataforma para desenvolvedores que usam sistemas de inteligência artificial. No entanto, o chefe da Nvidia deixou claro que a empresa tem mais planos para o chip subjacente a esta plataforma: “Claro que temos planos. Espere e contaremos a você sobre eles. Huang também explicou que a Nvidia espera preencher a lacuna entre a popularidade do Linux e do Windows usando a plataforma Windows Subsystem for Linux da Microsoft, que permite que ambos os sistemas operacionais rodem no mesmo PC. Com esta abordagem, a Nvidia espera popularizar os aplicativos Linux no mercado convencional de PCs.
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