O CEO da NVIDIA tentará convencer os reguladores de que o acordo da Arm é benéfico para a China

Os desenvolvedores chineses de processadores com arquitetura compatível com Arm expressam, por unanimidade, temores de que a transferência da empresa britânica para o controle da NVIDIA crie restrições não só de monopólio, mas também de natureza geopolítica. O próprio fundador da NVIDIA está tentando convencer os reguladores de que os clientes chineses obterão mais benefícios com a compra da Arm.

Fonte da imagem: Reuters

Vale ressaltar que Jensen Huang em entrevista ao Caixin mais uma vez anunciou suas intenções de manter a sede da Arm no Reino Unido, e também lembrou a origem britânica de todos os seus desenvolvimentos. A localização geográfica formal do empresário Arm não deve confundir os clientes chineses – afinal, desde 2016, os ativos da incorporadora britânica são propriedade da SoftBank japonesa, por isso não surgiram problemas com controles de exportação. De acordo com o chefe da NVIDIA, os reguladores chineses podem saudar o negócio da Arm, pois abre acesso ao mercado chinês para uma gama mais ampla de produtos.

Aqueles familiarizados com os estágios de negociação do acordo da NVIDIA com a Mellanox explicaram a Caixin que o comprador conseguiu convencer os reguladores chineses de que a aquisição da Mellanox não criaria problemas para as principais operadoras chinesas de serviços em nuvem. A principal preocupação do lado chinês no caso da Arm é causada por fatores geopolíticos, que se agravaram visivelmente desde a aprovação do negócio com a Mellanox. A China estará mais disposta a aprovar o acordo da Arm se outros países também o fizerem, mas muito dependerá do ambiente político.

A favor da aprovação do negócio pelos reguladores chineses, segundo raros otimistas, pode jogar a etnia do fundador da NVIDIA, bem como a falta da imagem desta empresa de “gigante americano” no mercado chinês. Embora a capitalização da NVIDIA tenha crescido para US $ 00 bilhões, ela ainda não tem uma influência comparável à da Intel ou da Apple, portanto, não está associada à hegemonia americana na China.

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