Junto com a chegada de um novo CFO David Zinsner na Intel e uma mudança nas prioridades de desenvolvimento, a estrutura de relatórios da empresa mudou. Pela primeira vez, a receita na área de fabricação por contrato foi listada como uma linha separada. A direção da Intel apressou-se a garantir que já está trabalhando em pelo menos 10 projetos para o lançamento de componentes de terceiros, cuja implementação é capaz de gerar mais de US$ 5 bilhões em receita.

Fonte da imagem: Intel

No curto prazo, este ano os clientes da Intel receberão mais de 30 chips de teste, que serão produzidos usando a tecnologia Intel 16 em uma linha de produção dedicada na Irlanda. Conforme enfatizado anteriormente, entre os novos clientes da empresa estão muitos fornecedores de componentes automotivos. Projetos digitais para clientes de terceiros usando tecnologias Intel 3 e 18A estarão prontos no segundo semestre deste ano. Como a administração da empresa relatou anteriormente, os clientes de terceiros começarão a receber produtos fabricados com a tecnologia de processo Intel 18A no mesmo ano que a própria empresa – a produção usando essa tecnologia está planejada para ser lançada em 2025 em uma nova instalação em Ohio.

Na área de contrato, a Intel identifica cinco clientes-chave, o trabalho com eles continua em modo ativo. Além disso, a empresa contará sobre os sucessos nessa área antes do final deste ano. Estritamente falando, em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a Intel aumentou sua receita de serviços de contrato de US$ 103 milhões para US$ 283 milhões, mas as perdas operacionais ainda ultrapassaram US$ 30 milhões em ambos os períodos, pois os custos de compra de equipamentos foram altos. No momento, a receita nesse sentido é fornecida tanto por clientes do setor automotivo, quanto pela Amazon e Cisco.

Se falarmos da próxima aquisição da empresa israelense Tower Semiconductor, que também será integrada ao negócio de contrato da Intel, o negócio já foi aprovado pelos acionistas da primeira, e também foi aprovado pelas autoridades antimonopólio de dois países, além dos Estados Unidos.

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