Aqueles que desejam acreditar no sucesso da iniciativa da Qualcomm de adquirir ativos da Intel neste fim de semana foram tranquilizados pela frase de que o acordo entre as duas empresas americanas não causaria oposição dos reguladores nos Estados Unidos. Entretanto, afecta os interesses dos consumidores noutros mercados e, na China, por exemplo, as autoridades terão certamente motivos para bloquear este acordo.
Fonte da imagem: Intel
Pelo menos, esta é a opinião dos analistas da Raymond James citados pelo Seeking Alpha. Considerando a experiência de tentativas anteriores de empresas americanas de chegarem a acordo sobre acordos que são importantes para elas, não se pode contar com o favor dos reguladores chineses no caso da Qualcomm, segundo especialistas. Em agosto passado, foram as autoridades chinesas que bloquearam o acordo da Intel para adquirir os ativos do fabricante israelense Tower Semiconductor.
Do ponto de vista dos reguladores europeus, um possível acordo entre Qualcomm e Intel também cria condições para domínio em pelo menos dois segmentos de mercado: unidades centrais de processamento para PCs e smartphones, respetivamente, uma vez que a empresa combinada controlaria mais de 60% de ambos . Segundo representantes de Raymond James, faz sentido que a Qualcomm compre apenas parte dos ativos da Intel, mas não a empresa inteira, já que esta última opção cria riscos regulatórios. A opção ideal para a Intel seria vender sua subsidiária Altera, mas a questão é se a Qualcomm precisa desse desenvolvedor de matriz programável. Agora, os ativos da Altera valem entre US$ 18 e US$ 22 bilhões e, em 2015, foram para a Intel por US$ 16,7 bilhões.
Além disso, segundo analistas da Raymond James, a Marvell Technology também pode estar interessada nos ativos da Altera. É verdade que, como no caso da Qualcomm, tal acordo ainda corre o risco de desmoronar, encontrando resistência dos reguladores antitruste chineses.
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