Neste semestre, a Intel parou de esconder que seus próximos processadores Alder Lake para o consumidor no próximo outono usarão uma arquitetura híbrida com uma combinação de núcleos grandes e compactos. Mas a AMD acredita que o momento para tais soluções de layout ainda não chegou ao segmento de desktops, embora mantenha seu dedo no pulso das tendências.
Fonte da imagem: Intel
Como Joe Macri, VP Corporativo e Diretor de Tecnologia da AMD explica, big.LITTLE em si está no mercado há mais de quinze anos, não é novo, mas para torná-lo bem sucedido no setor de consumo é necessário um radical retrabalho sistemas operacionais e software. Agendadores de tarefas existentes se esforçam para simetria, o gerenciamento eficaz de fluxos de dados para núcleos grandes e pequenos ao mesmo tempo é muito difícil.
Um porta-voz da AMD se recusou a discutir até mesmo o momento teórico da introdução de tal layout híbrido nos processadores da empresa, mas admitiu que nunca usaria tal arquitetura apenas para fins de marketing. “Não faremos isso apenas para obter mais (núcleos)”, explicou Joe Macri.
Acrescentar o número de núcleos em detrimento de pequenos blocos funcionais, segundo ele, não fará sentido até que seus recursos possam ser efetivamente utilizados pelo ecossistema de software. O sucesso que a AMD já alcançou com núcleos “grandes”, de acordo com Macri, não poderia ter sido alcançado com núcleos “pequenos”. Com o tempo, ele admite, a AMD pode precisar usar pequenos núcleos, mas o software deve ser radicalmente reconstruído nessa época. Se tais mudanças não são perceptíveis para o consumidor final, então não há sentido em introduzi-las.
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