Obcecado com a ideia de desenvolver rapidamente uma infraestrutura de computação de IA, o CEO da OpenAI, Sam Altman, está impulsionando não apenas a construção de enormes centros de dados, mas também a produção de chips especializados para eles, que a startup está preparada para desenvolver com o apoio da Broadcom. Há rumores de que a TSMC poderá começar a produzi-los em breve.
Fonte da imagem: OpenAI
A informação foi divulgada pela publicação taiwanesa Commercial Times, que esclareceu que a OpenAI deu aos seus chips de IA o codinome Titan e que a TSMC começará a produzir a primeira geração até o final deste ano, utilizando a tecnologia de processo N3. Os parceiros também planejam lançar uma segunda geração de chips, que será fabricada com a tecnologia A16. O desenvolvimento do Titan 2 começará no segundo semestre deste ano, com a Broadcom auxiliando a OpenAI em ambas as áreas.
Atualmente, a infraestrutura de computação da OpenAI depende principalmente de soluções prontas da Nvidia e da AMD, mas, à medida que cresce, pode fazer sentido desenvolver aceleradores altamente especializados, um processo no qual a empresa pretende se envolver diretamente. Resta saber se a TSMC poderá fornecer à OpenAI volumes de produção suficientes para esses chips.
A OpenAI também está trabalhando no desenvolvimento de dispositivos para o usuário final interagirem com IA. Há rumores de que a empresa planeja oferecer fones de ouvido com o codinome Sweetpea, equipados com o processador Exynos de 2 nm da Samsung. Além de processar solicitações localmente, os fones de ouvido interagirão com a infraestrutura de computação em nuvem por meio de um modelo de assinatura com uma taxa mensal recorrente.
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