Após a entrada em vigor das sanções americanas do ano passado, a gigante chinesa Huawei perdeu acesso às instalações de produção da TSMC, mas, ao mesmo tempo, os líderes da primeira empresa devem ouvir promessas de reter a equipe de desenvolvimento da HiSilicon. Fontes dizem que em Wuhan até 2022, uma empresa começará a operar, onde a Huawei produzirá independentemente componentes para equipamentos de rede.
Fonte da imagem: TSMC
As informações relevantes foram distribuídas na sexta-feira pelo DigiTimes, mas a maior parte delas estava disponível apenas para assinantes. Sparrows News tem um pouco mais de detalhes sobre essa história. Para a Huawei Technologies, a instalação de Wuhan será a primeira em que a empresa poderá processar wafers de silício internamente. Até agora, esta função foi confiada a fabricantes terceiros.
Como a fonte explica, a empresa Wuhan produzirá inicialmente processadores de sinais digitais para equipamentos de comunicação em redes de transmissão de dados de fibra óptica. Este tipo de produto não requer litografia moderna, o que torna a tarefa um pouco mais fácil para a Huawei. A empresa chinesa mantém um centro de pesquisa em Wuhan há vários anos que desenvolve tecnologia de telecomunicações, processadores HiSilicon e lidars para sistemas de piloto automático de veículos. É possível que a partir do próximo ano este centro trabalhe em estreita colaboração com o novo empreendimento Huawei.
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