Após o fracasso do plano de gestão da Toshiba de dividir a corporação em duas, um comitê especial no conselho de administração foi criado para buscar alternativas estratégicas adicionais para a empresa. A privatização é a iniciativa mais óbvia e discutida, mas não tão fácil de implementar. As autoridades japonesas podem impedir a transição da tecnologia nuclear da Toshiba para as mãos de acionistas estrangeiros.
Fonte da imagem: Toshiba Corporation
Até junho, esse comitê deverá propor aos acionistas não apenas uma lista de alternativas estratégicas, mas também um plano de desenvolvimento de longo prazo para os anos seguintes. Especialistas da LightStream Research, segundo a Bloomberg, consideram a privatização mais provável, mas não garantida, já que a implementação de tal iniciativa exigirá coordenação com o governo japonês. A diversificada corporação Toshiba não apenas atende à ordem estatal em várias áreas de infraestrutura, mas também possui competências no campo da energia nuclear. É improvável que as autoridades do país confiem esses ativos a investidores estrangeiros, segundo os céticos. A probabilidade de privatização da Toshiba agora não ultrapassa 30%, na opinião deles.
O comitê especial ainda não decidiu sobre um conjunto específico de alternativas estratégicas, disse a Toshiba, mas a administração trabalhará para restaurar a confiança dos acionistas. Segundo analistas da Shinkin Asset Management, o sucesso da privatização dependerá em grande parte da composição de seus participantes. Seria mais fácil para os investidores estrangeiros tomar posse dos ativos da Toshiba fazendo uma aliança com fundos e bancos japoneses. A participação deste último teria acalmado a vigilância das autoridades japonesas.
Como sabem, o fundo Effissimo Capital Management, que detém 9,9% das ações da empresa, já assinou um acordo com a American Bain Capital, ao abrigo do qual se obriga a vender a totalidade das suas ações à Toshiba, desde que compre mais de duas -terços dos ativos da corporação japonesa. No entanto, este acordo por si só não garante a implementação de tal cenário. Especialistas da United First Partners acreditam que o conselho de administração da Toshiba não tem muito espaço de manobra, e a privatização, apesar de todas as suas dificuldades, é uma das poucas alternativas reais.
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