Pavel Durov estava entre os alvos potenciais do spyware Pegasus

O número de telefone de Pavel Durov, o fundador da rede social VKontakte e do mensageiro do Telegram, apareceu na lista de alvos potenciais que estavam sendo monitorados com o software Pegasus. Segundo relatos, o referido spyware, criado pelo grupo israelense NSO, é usado por alguns governos para espionar jornalistas e defensores dos direitos humanos. O Guardian escreve sobre isso, citando dados da investigação do Projeto Pegasus.

O fundador do mensageiro do Telegram, Pavel Durov / Imagem: Getty Images

A fonte destaca Pavel Durov entre as muitas pessoas que também entraram na lista de alvos potenciais para vigilância, já que ele é o criador do mensageiro do Telegram. O serviço é popular em todo o mundo e permite aos usuários trocar mensagens criptografadas e criar canais para a rápida disseminação de informações. A mensagem observa que o Telegram tem atualmente mais de 500 milhões de usuários em todo o mundo.

Segundo relatos, o telefone de Durov foi colocado na lista de espiões da Pegasus em 2018, quando o empresário mudou-se para morar nos Emirados Árabes Unidos. Uma fonte não identificada do Grupo NSO afirmou que Pavel Durov não era alvo de vigilância, apesar de seu número constar da lista da empresa. Se isso é verdade ou não, é difícil dizer agora, pois para encontrar vestígios de Pegasus em um smartphone é necessário realizar um exame pericial adequado. Um porta-voz do Grupo NSO observou que “qualquer alegação de que cada número na lista está necessariamente associado a um alvo Pegasus é enganosa e falsa.”

Como parte de uma investigação recente, jornalistas de várias publicações, juntamente com organizações sem fins lucrativos e especialistas em segurança da informação, descobriram que o software Pegasus pode acessar quase todos os dados armazenados na memória do smartphone da vítima. O uso de mensageiros supostamente confiáveis ​​como o Telegram ou o WhatsApp não pode proteger contra o programa de rastreamento do Grupo NSO. Entre outras coisas, a investigação mostrou que as autoridades de alguns países estão usando Pegasus para espionar jornalistas e defensores dos direitos humanos, enquanto o Grupo NSO afirmou anteriormente que seu software é projetado para combater o terrorismo, o tráfico de drogas e outros tipos de atividade criminosa.

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