A chefe do regulador antitruste britânico, Sarah Cardell, disse que não procurou criar um “ambiente hostil” para empresas de tecnologia com sua decisão de bloquear a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft.
Fonte da imagem: Activision
A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA), que opera independentemente do governo, disse em abril que o acordo não poderia ser concluído porque prejudicaria a concorrência no nascente mercado de jogos em nuvem, irritando a Microsoft. O presidente da empresa, Brad Smith, acusou o regulador de minar a confiança na Grã-Bretanha como destino para empresas de tecnologia, incomodando os legisladores que depositam suas esperanças no setor de ciência e inovação da Grã-Bretanha.
A executiva-chefe da CMA, Sarah Cardell, disse a um grupo de legisladores na terça-feira que apoia a decisão, mesmo depois que a União Europeia aprovou o acordo na segunda-feira. “Queremos garantir juntos que este é um setor em que podemos criar e manter as melhores condições de concorrência que permitirão que empresas grandes e pequenas prosperem, incluindo muitas start-ups britânicas, muitos concorrentes britânicos”, disse ela. Cardell acrescentou que a CMA está se envolvendo ativamente com empresas do setor. “Não acho que estamos operando em um ambiente hostil”, acrescentou.
O acordo também está sendo impedido pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC), que entrou com uma ação para bloquear o acordo, mas a Microsoft disse que apelará da decisão.
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