O menor marcapasso do mundo foi criado nos EUA – ele obtém sua nutrição diretamente do corpo e se dissolve com o tempo

Cientistas da Universidade Northwestern, nos EUA, apresentaram o menor marcapasso do mundo – seu tamanho é comparável a um grão de arroz. O dispositivo deve ser introduzido no corpo por meio de injeção com seringa, sem intervenção cirúrgica. O eletrólito da bateria que alimenta o dispositivo é o fluido biológico do corpo, e o controle é feito por meio de luz infravermelha, que penetra facilmente no tecido humano. Tudo é simples e seguro.

Fonte da imagem: Northwestern University

O marcapasso injetável foi desenvolvido principalmente para crianças nascidas com defeitos cardíacos. Nos primeiros meses de vida, esses pacientes necessitam da instalação de marcapassos, o que geralmente está associado a custos e à necessidade de intervenção cirúrgica. O dispositivo apresentado pelos cientistas resolve muitos problemas associados à manutenção da vida de pequenos pacientes.

O dispositivo é alimentado por uma célula galvânica integrada. O fluido intercelular no corpo humano desempenha o papel de um eletrólito. Embora sua composição química seja diferente daquela do eletrólito de uma bateria convencional, o princípio de funcionamento é o mesmo: o eletrólito transporta íons de um polo da célula para o outro, criando uma corrente elétrica.

O marcapasso armazena uma carga e começa a estimular o coração quando um sinal é enviado. O comando e o ritmo são definidos por um dispositivo externo fixado à pele do paciente por meio de um adesivo. O dispositivo é controlado por um LED infravermelho: seus flashes são detectados pelo sensor do marcapasso, após o que o dispositivo gera impulsos para estimular o coração. É possível usar vários desses marcapassos simultaneamente, e cada um deles responderá a sinais de luz de um determinado comprimento de onda. Isso permite, por exemplo, corrigir arritmias cardíacas.

Com o tempo, o marcapasso é absorvido pelo corpo, eliminando a necessidade de removê-lo após a conclusão do procedimento. Isso reduz significativamente o trauma do procedimento tanto durante a instalação quanto após o fim da vida útil do dispositivo.

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