No território da Universidade Xidian em Xi’an (China), três anos antes do previsto, um complexo terrestre foi contratado para testar tecnologias de transferência de energia do espaço para a Terra. A estrutura de aço de 75 metros de altura foi aceita pela inspeção e aprovada para operação. O complexo ajudará a testar toda uma gama de tecnologias que trarão o surgimento da energia solar espacial – energia limpa de uma fonte infinita.

Fonte da imagem: Universidade de Xidian

A estrutura construída na universidade coletará energia solar em seu topo e a transmitirá sem fio usando uma antena para o solo a uma distância de 55 m. Como parte do complexo, tanto a coleta eficiente de energia solar quanto a tecnologia de sua conversão em radiação de microondas, transmissão, recepção e transformação inversa. Os cientistas também estudarão a otimização da forma de onda da radiação e os métodos de controle de transmissão.

Multi-rotativo (MR SPS)

O grupo universitário está desenvolvendo seu próprio conceito para a geração e transmissão de energia do espaço da órbita geoestacionária para a Terra – Orb-Shape Membrane Energy Gathering Array (SSPS OMEGA). Também na China, está sendo desenvolvido outro conceito de usina solar – Multi-Rotary (MR SPS) ou estação multi-rotativa, que mudará o ângulo de inclinação dos painéis solares para geração de energia ideal.

Finalmente, a agência espacial nacional da China, CNSA, está executando outro projeto para transferir energia da órbita para a Terra, no qual pretendem começar a trabalhar no espaço em 2028. Como você pode ver, na China eles estão se movendo resolutamente para o mesmo objetivo em várias direções, enquanto em outros países é bom que haja um projeto desse tipo.

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