Acredita-se que o declínio na demanda por PCs forçou a Intel a interromper temporariamente a contratação de novos funcionários nessa linha de negócios. Isso não impede que a empresa, como se pode julgar pelas publicações da mídia indiana, expanda sua presença na Índia e crie novos empregos. Outro centro de pesquisa em Bangalore está pronto para empregar cerca de 2.000 especialistas.

Fonte da imagem: Rajeev.in

A abertura de um novo centro de desenvolvimento na Índia ocorreu no final da semana passada, segundo a Business Standard. A cerimônia contou com a presença do Ministro de Eletrônica e Tecnologia da Informação do país, Rajeev Chandrasekhar, que não apenas recebeu educação técnica nos Estados Unidos, mas também participou do desenvolvimento dos processadores Pentium da Intel de 1986 a 1991. A presença de tal experiência permitiu ao ministro traçar alguns paralelos nas condições de trabalho dos especialistas da Intel no século passado e na atualidade. “Naqueles anos, vivíamos muito mais economicamente”, admitiu Chandrasekhar, avaliando as condições de trabalho dos especialistas da empresa moderna.

Ao serviço deste último, em dois edifícios com uma área total de cerca de 42 mil m2, encontram-se não só laboratórios de investigação e salas de conferências, mas também diversas áreas de lazer. Devo dizer que a Índia para a Intel é a maior região depois dos Estados Unidos, na qual se concentram as atividades de desenvolvimento e pesquisa. A empresa investiu pelo menos US$ 8 bilhões na economia do país, e o número de funcionários da Intel em seu território se aproximou de 14.000 pessoas. Já existem oito centros de pesquisa da Intel apenas em Bangalore e outro em Hyderabad. No entanto, falando diretamente sobre as últimas iniciativas das autoridades indianas, eles manifestam interesse em atrair fabricantes de produtos semicondutores para seu território, e não apenas desenvolvedores. US$ 10 bilhões foram destinados para subsidiar a organização da produção,

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