As vendas gerais de smartphones de marcas chinesas no segundo trimestre de 2022 caíram 5,2% em relação ao trimestre anterior e 4,6% em relação ao ano anterior. Isso é evidenciado pelas estatísticas do Digitimes Research Smartphone Tracker.
Fonte da imagem: Xiaomi
A queda nas vendas se deve tanto à diminuição da demanda no mercado interno, quanto ao fato de os vendedores terem reduzido o volume de pedidos para evitar o excesso de estoque dos armazéns – as vendas no exterior foram seriamente prejudicadas pelo aumento da inflação.
As três principais marcas da China – Xiaomi, Oppo e Vivo – foram duramente atingidas no segundo trimestre. A maior queda é observada na Vivo. No total, as três marcas responderam por cerca de 63,6% de todas as remessas de smartphones de origem chinesa no segundo trimestre (em comparação com 65,1% no primeiro trimestre).
Como os problemas da economia chinesa e o desemprego local devem se agravar ainda mais, a demanda no mercado doméstico continuará a cair no segundo semestre do ano. Por outro lado, o aumento da inflação continuará a prejudicar a demanda por produtos de TI, incluindo smartphones, nos mercados externos, especialmente nos segmentos de entrada e preço médio. A Digitimes Research espera que as remessas combinadas de smartphones da marca chinesa tenham um declínio percentual de dois dígitos ano a ano no terceiro e quarto trimestres.
Sabe-se que no segundo trimestre, as vendas de smartphones foram seriamente afetadas em todas as regiões, incluindo tanto a própria China quanto, por exemplo, a Europa. Além disso, aqui as marcas chinesas recuaram diante da Samsung e da Apple.
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