A Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC Chile) anunciou o comissionamento do complexo Geryon 3 HPC na plataforma de hardware Intel. O supercomputador foi projetado principalmente para resolver problemas na área de astronomia, mas também será utilizado em outras áreas – da física à biologia.
O projeto de criação do Geryon 3 foi implementado com apoio financeiro do Centro de Pesquisa Avançada em Astrofísica e Tecnologias Relacionadas (CATA). O custo do sistema NPC é de US$ 367,5 mil. O supercomputador está instalado no Instituto de Astrofísica da UC, em Santiago, onde ocupa uma área de aproximadamente 36 m2. Observa-se que o aparecimento do Geryon 3 marca um marco importante no desenvolvimento do poder computacional para a pesquisa astrofísica no Chile.
O complexo inclui 12 nós com processadores Xeon Gold 6448H da geração Sapphire Rapids. Os chips combinam 32 núcleos (64 threads) com uma frequência de clock de 2,4–4,1 GHz. Cada nó contém 512 GB de RAM. São usados um total de 768 núcleos e 6,14 TB de memória. Fala-se em usar um sistema de refrigeração especialmente projetado (detalhes não são divulgados) e outras soluções técnicas, incluindo meios de estabilização de energia.
Fonte da imagem: UC Chile
Até 2030, o Chile terá a capacidade de observação astronômica mais avançada do mundo. Novos observatórios, como o Telescópio Gigante de Magalhães (GMT), o Telescópio Europeu Extremamente Grande (E-ELT) e o Observatório Vera Rubin, serão adicionados aos instrumentos científicos existentes. O processamento de dados recebidos exigirá recursos computacionais significativos. Por exemplo, o Observatório Vera Rubin receberá a câmera digital mais poderosa do mundo para astronomia óptica com resolução de 3.200 megapixels, que fotografará o céu do hemisfério sul a cada três ou quatro noites, gerando cerca de 1.000 imagens gigantes por ciclo.
Embora o objetivo principal do Geryon 3 seja a investigação astronómica, o supercomputador também será utilizado para processar grandes quantidades de dados em áreas como a mineração, as energias renováveis, a biogenética ou a silvicultura. Os recursos estarão disponíveis para os setores acadêmico e industrial.
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