O Australian Strategic Policy Institute (ASPI) afirma que o data center construído pela Huawei em Papua Nova Guiné tinha software de criptografia de dados desatualizado e configurações de firewall deficientes. Por sua vez, a Huawei afirma que o projeto “atende aos padrões da indústria e aos requisitos do cliente”.
Isso foi relatado pelo jornal de negócios Australian Financial Review (AFR), citando um relatório ASPI enviado ao governo australiano no início deste ano. A construção de um data center em Port Moresby, capital da Papua Nova Guiné, foi financiada com um empréstimo de 3 milhões do banco chinês Exim Bank.
Refira-se que desde há muitos anos a Papua-Nova Guiné tem sido alvo de rivalidade por influência sobre a mesma entre a China e a Austrália, que, com o apoio dos Estados Unidos, assumiu uma posição hostil à Huawei e outras empresas chinesas. O estudo ASPI foi encomendado pelo Centro Nacional de Segurança Cibernética de Papua Nova Guiné, que é financiado pelo governo australiano. O relatório foi preparado por um empreiteiro de segurança cibernética não identificado contratado pela Austrália.
A AFR disse que os firewalls expiraram em 2016, dois anos antes do data center de Port Moresby entrar no ar. Ainda no relatório da ASPI fala-se da divulgação pelo data center do roubo de arquivos do governo de Papua Nova Guiné, dando a entender que a China está por trás disso, tendo estabelecido vigilância sobre o país.
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