Os jogos de RPG roguelike sombrios Darkest Dungeon e Darkest Dungeon II ficaram marcados na memória de muitos pela atuação de voz de Wayne June, que faleceu em janeiro de 2025. Os desenvolvedores da Red Hook Studios, no Canadá, certamente não o substituirão por uma inteligência artificial.

Fonte da imagem: Red Hook Studios

Chris Bourassa, cofundador e diretor criativo da Red Hook Studios, em um comentário em um tópico relacionado no Reddit, esclareceu a posição do estúdio sobre o possível uso de IA generativa para gerar a voz de Jun em futuros jogos de Darkest Dungeon.

Segundo Bourassa, Jun era categoricamente contra o uso de sua voz para treinar redes neurais, mas pouco antes de sua morte, ele deu permissão à Red Hook para fazê-lo: “Nunca o consultamos. Acho que ele estava tentando colocar os interesses do jogo/equipe/fãs acima dos seus próprios. Mostre-nos o caminho a seguir.”

“Recusei. Eu jamais desvalorizaria sua incrível e atemporal atuação permitindo que uma máquina o imitasse. Sua voz e interpretação eram humanas. Serei eternamente grato pela oportunidade de escrever para ele”, admitiu Bourassa.

Comentários elogiaram a Red Hook por honrar o legado de Jun. Em comparação, a CD Projekt Red, com a permissão da família, recriou a voz do falecido dublador polonês Milogost Reczek para dar voz a Viktor Vector na expansão Phantom Liberty de Cyberpunk 2077.

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