Richard Leadbetter, especialista da Digital Foundry, usou o exemplo do jogo de ação gótica cult Bloodborne, da From Software, para demonstrar como a Sony poderia melhorar a retrocompatibilidade de jogos de PS4 no PS5.

Fonte da imagem: PlayStation
Bloodborne roda atualmente no PS5 via retrocompatibilidade, sem nenhuma melhoria: sem otimizações de desempenho, taxas de quadros, aumento de resolução, nada.
Especialistas da Digital Foundry concluíram que o PS5 limita a velocidade da CPU e da GPU durante a retrocompatibilidade, além de estar sujeito às limitações de memória nativas do PS4.
A modder Christina, da Digital Foundry, desenvolveu uma coleção de patches para o PS5 desbloqueado que liberam o potencial dos jogos de PS4 no PS5: velocidade máxima da CPU/GPU, 4 GB adicionais de memória do sistema, suporte a 120 Hz e VRR.
Os mods transformam Bloodborne: 4K a 30 fps estáveis, 1440p a 60 fps relativamente estáveis (50-60 fps em chefes), 1080p a 85-120 fps (com modo de 120 Hz). O VRR atenua os problemas de desempenho.
Segundo Leadbetter, essas melhorias beneficiarão muitos outros jogos antigos, exigindo “esforço mínimo, mas impacto máximo” dos desenvolvedores e elevando a retrocompatibilidade do PS5 a um novo patamar.
Bloodborne foi lançado em março de 2015 para PS4. O jogo teve a chance de receber um remake da extinta Bluepoint Games — a Sony aprovou o projeto, mas a FromSoftware, liderada pelo diretor Hidetaka Miyazaki, o rejeitou.