David Jaffe, criador de God of War, compartilhou suas impressões sobre o jogo Metroidvania God of War: Sons of Sparta, lançado na semana passada pela desenvolvedora americana Mega Cat Studios (Five Nights at Freddy’s: Into the Pit).

Fonte da imagem: PlayStation
Para relembrar, God of War: Sons of Sparta se passa antes de Kratos se tornar um deus. A história acompanha o jovem espartano, junto com seu irmão mais novo, Deimos, em sua busca pelo significado de dever e honra.
Segundo Jaffe, God of War: Sons of Sparta não é um jogo ruim. Ele roda sem problemas (embora alguns usuários tenham relatado bugs críticos) e os controles são bons, mas o designer do jogo tem uma pergunta (na verdade, várias).
“O que eles estavam pensando? Que diabos eles estavam pensando? Por que isso existe? Eu não entendo. Isso não é God of War. Não faz sentido nenhum”, diz Jaffe, sem conseguir compreender o conceito de God of War: Sons of Sparta.
O desenvolvedor criticou a decisão de transformar Kratos em um adolescente: “Ninguém gosta do personagem em que construímos uma franquia multimilionária. Vamos transformá-lo em um garoto genérico de um desenho animado da WB Kids ou algo assim.”

Na visão de Jaffé, God of War: Sons of Sparta é um insulto aos fãs da franquia e às pessoas que trabalharam no jogo.
Jaffé também se mostrou insatisfeito com o estilo visual de God of War: Sons of Sparta. O designer de jogos acredita que os fãs esperavam um jogo como Slain: Back from Hell, Blasphemous, Ninja Gaiden: Ragebound ou Shinobi: Art of Vengeance.
God of War: Sons of Sparta foi lançado exclusivamente para PS5 em 13 de fevereiro (US$ 30 para a edição padrão e US$ 40 para a edição Deluxe) com tradução completa para o russo. Os usuários receberam o jogo de forma mais favorável do que Jaffé, com uma classificação de 4,7 de 5 na PS Store.