Na semana passada, a Activision Blizzard lançou um trailer do atirador Call of Duty: Black Ops Cold War, que será totalmente revelado amanhã, 26 de agosto. O vídeo consistia em imagens de uma ampla variedade de eventos que ocorreram durante a era da Guerra Fria. Desde então, o trailer foi proibido na China, pois inclui imagens dos protestos da Praça Tiananmen em 1989.
O vídeo mostra um confronto entre manifestantes e militares na área da Praça Tiananmen, em Pequim. Apesar de a filmagem estar no trailer de Call of Duty: Black Ops Cold War por menos de um segundo (às 1:05), o vídeo foi duramente criticado por usuários da China (alguns até acusaram os desenvolvedores de propaganda) e, em seguida, o vídeo foi bloqueado pelas autoridades. Mais tarde, um trailer editado foi lançado, onde a filmagem escandalosa foi substituída por uma tela preta, embora o som permanecesse.
O protesto da Praça Tiananmen foi parte de um movimento pró-democracia maior que terminou no massacre de 4 de junho de 1989. Destacamentos armados do Exército Popular de Libertação da China marcharam pela praça com tanques e dispararam contra os manifestantes.
Call of Duty: Black Ops Cold War é a sexta parcela da sub-série Black Ops da Treyarch e Raven Software. O jogo se passa durante a Guerra Fria. Recentemente, os detalhes da campanha do enredo do atirador vazaram online. Há rumores de que o shooter estará à venda em 13 de novembro no PC, Xbox One e PlayStation 4.
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