O processo movido por Elon Musk contra os fundadores da OpenAI e da Microsoft, no qual ele os acusava de trair o ideal de filantropia e usar a startup para benefício próprio, durou três semanas. O tribunal acabou rejeitando as alegações de Musk por estarem prescritas.

Fonte da imagem: Unsplash, Zac Wolff

Essas alegações deveriam ter sido apresentadas imediatamente após o desentendimento entre os fundadores da OpenAI e Elon Musk, ou dentro de um período de três anos. No entanto, Musk renunciou ao conselho administrativo da startup em fevereiro de 2018, e o conflito entre eles já havia começado em 2017. Contudo, ele só entrou com o processo contra seus ex-sócios em 2014, um ano depois de fundar a startup concorrente de IA, a xAI. Musk exigiu que a OpenAI retornasse à sua missão filantrópica original, a remoção de Sam Altman e Greg Brockman da gestão da startup e uma indenização de US$ 180 bilhões, que ele pretendia doar para a organização sem fins lucrativos OpenAI.

A Microsoft também era ré no processo de Musk; o autor considerou seu papel crucial na transição da OpenAI para uma base comercial. No início desta semana, o tribunal também rejeitou o processo de Musk contra a Microsoft. Ao contrário de Musk, os representantes legais da OpenAI evitaram chamar o veredicto de “técnico”, insistindo que o bilionário estava simplesmente tentando usar o tribunal para prejudicar um concorrente de sua própria startup, a xAI, ao adiar seus argumentos. Elon Musk indicou que apelaria da decisão. O júri, composto por nove membros, deliberou por aproximadamente duas horas antes de proferir o veredicto, que foi confirmado pelo juiz presidente. A OpenAI agora enfrenta menos obstáculos para seu IPO e para novas rodadas de financiamento, embora esteja claro que Elon Musk não tem intenção de abandonar sua busca por seus antigos sócios da startup.

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