É como se as empresas de tecnologia estivessem numa corrida para ver quem consegue fazer sua IA escrever mais código. E a Anthropic parece ter saído na frente — seu assistente de IA, Claude, já está escrevendo “mais de 90%” do código da empresa, segundo o diretor financeiro da companhia, Krishna Rao.

Fonte da imagem: anthropic.com

Claude não é usado apenas para esse propósito na empresa — ele se tornou quase um assistente ou colega digital. Também é usado no departamento financeiro: a IA gera relatórios e panoramas mensais da empresa que são 90-95% completos, exigindo apenas pequenos ajustes humanos. Esses números não devem parecer uma ameaça ao mercado de trabalho, segundo o executivo principal: a IA simplesmente acelera a produtividade humana e, na realidade, a Anthropic continua contratando. O aumento da produtividade dá aos funcionários mais tempo para tomar decisões importantes, enquanto tarefas monótonas e tediosas são delegadas à IA.

Em comparação, no Google, a IA gera 75% do seu código, conforme admitido pela empresa em abril. Em outubro de 2024, esse número era de 25% e, até o final de 2025, havia subido para 50%. Na Microsoft, a IA escreve de 20% a 30% do seu código; o CEO do Airbnb citou recentemente um número de 60%. O SnapAI gera mais de 65% de código novo. Vale ressaltar que essas métricas nem sempre são diretamente comparáveis: algumas se referem a código novo, enquanto outras se referem a código existente ou trabalho habilitado por IA. Às vezes, parece que empresas de tecnologia usam altas métricas de código gerado por IA como justificativa para demissões em massa.

By admin

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *