Em 21 de abril de 2026, foi realizado em Moscou o encontro “Infraestrutura 2030: Manifesto da Continuidade”. A equipe do centro de soluções de infraestrutura Jet da Infosystems demonstrou como redesenhar a infraestrutura para atender às exigências das aplicações modernas. O evento reuniu gerentes técnicos, arquitetos e engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento e operação de ambientes de TI.
Fonte da imagem: Jet Infosystems
Os participantes discutiram por que as infraestruturas de TI tradicionais não conseguem lidar com as cargas de trabalho modernas e o que fazer a respeito.
Hoje, os aplicativos são criados e desenvolvidos usando microsserviços, módulos fracamente acoplados e escalabilidade horizontal, enquanto o cenário de TI tradicional é construído como um sistema monolítico com escalabilidade vertical e tolerância a falhas no nível da infraestrutura. É nesse ponto que as falhas ocorrem e as tecnologias tradicionais — clusters estendidos e replicação de hardware — deixam de funcionar. O desafio que os especialistas da Jet Infosystems se propuseram foi encontrar uma solução para construir adequadamente um cenário de destino que funcione como um todo único e coerente.
A resposta foi o conceito de uma arquitetura de continuidade de destino, baseada em vários princípios:
Os especialistas da Jet Infosystems analisaram todas as camadas principais do cenário. No nível arquitetônico, a discussão se concentrou no abandono de domínios estendidos e na migração para zonas de disponibilidade locais em vez de data centers tradicionais, onde a consistência dos dados é garantida no nível do aplicativo, e não no nível do hardware.
Em relação ao Kubernetes, a discussão principal girou em torno de clusters independentes: eles são mais confiáveis do que clusters distribuídos em locais geograficamente dispersos, e a questão da complexidade de gerenciamento é abordada por orquestradores multi-cluster.
Segundo os palestrantes, a Infraestrutura como Código está evoluindo de uma prática de DevOps para um requisito obrigatório para a continuidade dos negócios — o Git se torna a única fonte de verdade, e qualquer alteração manual é considerada um incidente.
Em outra discussão, foi abordada a transição do monitoramento para a observabilidade, onde a avaliação não é o foco principal.O foco foi no estado dos componentes individuais e no desempenho geral do serviço, com base em SLOs (Objetivos de Nível de Serviço) em vez de métricas isoladas. Três abordagens principais para o gerenciamento de dados foram identificadas: fragmentação (sharding), transferência da lógica de gerenciamento de consistência de dados para o aplicativo e uso de sistemas de armazenamento distribuído, incluindo soluções compatíveis com S3.
Especialistas também examinaram a camada de rede, analisando como o balanceamento de carga e as verificações de integridade adequadas ajudam o sistema a sobreviver automaticamente a falhas.
Por fim, os participantes enfatizaram a segurança. Os ataques estão cada vez mais direcionados à infraestrutura e aos sistemas de backup, tornando os testes regulares de recuperação, o fortalecimento da segurança e o treinamento em cenários de falha essenciais.
O evento contou com o apoio dos parceiros de mídia: Linkmeup, TAdviser, Open Systems, Global Digital Space, ICT-Online.ru, ICT2GO.ru
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