A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e a Divisão Antitruste do Departamento de Justiça iniciaram um processo de revisão das regras de fusão, sinalizando a intenção dos reguladores de aumentar o controle sobre grandes transações dessa natureza no futuro. Nesta fase, eles estão pedindo a opinião do público sobre as opções para “modernizar as leis antitruste em relação a fusões”.

Presidente da FTC, Lina Khan / Fonte da imagem: Graeme Jennings / Washington Examiner / Bloomberg

A atividade relatada dos reguladores dos EUA sugere que grandes fusões no futuro, especialmente aquelas envolvendo empresas de tecnologia, que já estão sob maior escrutínio nos últimos anos, serão examinadas com ainda mais cuidado. A compra da Activision Blizzard por US$ 68,7 bilhões pela Microsoft, anunciada no início desta semana, pode ser a primeira desse tipo, dada a escala da fusão e da indústria.

Os reguladores estão “particularmente interessados” em aprender sobre casos em que as atuais regras de fusão “podem subestimar ou ignorar” aspectos importantes da concorrência, como impacto no mercado de trabalho, inovação e qualidade. Um contingente crescente de agências antitruste, lideradas pela presidente da FTC, Lina Khan, acredita que a aplicação das leis antitruste nos mercados digitais requer uma abordagem diferente da abordagem tradicional usada para avaliar transações e comportamento competitivo. Isso se deve em parte ao fato de que as empresas de TI podem usar dados e tecnologias de rede para fortalecer seu poder e infringir os concorrentes, mesmo que o custo dos bens e serviços para os consumidores não mude ou seja reduzido.

Os reguladores já começaram a examinar mais de perto os grandes negócios recentes no setor de tecnologia. Segundo a fonte, o Departamento de Justiça dos EUA continua estudando o acordo para a compra da Fitbit pelo Google mesmo depois de fechado. O regulador também pediu mais informações sobre o acordo de fusão Salesforce-Slack antes de ser finalizado em 2021. Ao mesmo tempo, continua o processo da FTC contra a Meta Platforms (antigo Facebook), no qual o regulador alega que a compra de serviços Instagram e WhatsApp pela gigante de TI é ilegal.

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