O Congresso dos EUA autorizou a operação da Estação Espacial Internacional (ISS) até o final da década. O CHIPS and Science Act recentemente aprovado por ambas as casas do Parlamento dos EUA, entre outras coisas, inclui disposições para o trabalho futuro da NASA e permite oficialmente que a agência espacial estenda suas atividades na ISS até 2030 – se colegas estrangeiros não se opuserem.

Fonte da imagem: NASA

O CHIPS and Science Act, que tem como principal objetivo desenvolver a produção de semicondutores nos Estados Unidos, foi aprovado tanto pelo Senado quanto pela Câmara dos Deputados e agora, para se tornar lei, precisa apenas da assinatura do presidente Joe Biden (Joe Biden).

De acordo com um porta-voz da NASA, em termos de atividades da agência aeroespacial, muitas iniciativas são apoiadas por ambos os partidos no poder, incluindo o prolongamento da vida útil da ISS até 2030.

Ao mesmo tempo, o ciclo de vida do ISS não depende completamente dos Estados Unidos – decisões semelhantes sobre a extensão da vida útil devem ser tomadas pelos departamentos de outros países participantes do projeto. Um dos principais problemas é a posição da Roskosmos, que anunciou que o departamento não pretende participar do projeto após 2024. No entanto, nos EUA, eles acreditam que os russos permanecerão na ISS até pelo menos 2028, quando a Estação de Serviço Orbital Russa (ROSS) deverá entrar em operação.

Além disso, o Senado apresentou um projeto de lei segundo o qual em 2023 a NASA deve receber exatamente o dinheiro que solicitou às autoridades – US$ 25,97 bilhões. Ao mesmo tempo, a agência terá que fazer algumas concessões, incluindo a alocação de US$ 50 milhões para apoiar um organizador alternativo de voos espaciais comerciais – além dos já aprovados pela SpaceX e Boeing. Acredita-se que isso seja necessário para ampliar as capacidades do programa espacial.

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