O chefe da Tesla, Elon Musk, anunciou recentemente a necessidade de cortar até 10% do quadro de funcionários da empresa que recebe salários fixos, ao mesmo tempo em que aumenta o número de funcionários empregados na produção. Medidas desagradáveis ​​para os funcionários da empresa já começaram a ser implementadas, e alguns dos demitidos insistem na violação de seus próprios direitos legais.

Fonte da imagem: Tesla

Dois ex-funcionários da fábrica da Tesla em Nevada, que foram demitidos em junho, entraram com uma ação em nome de seus mais de 500 companheiros acusando a administração da empresa de violar as demissões em massa da lei dos EUA, relata a Reuters. No mínimo, os funcionários da Tesla que perderam seus empregos não receberam aviso prévio de 60 dias sobre as próximas demissões, conforme exigido por lei. De acordo com os demandantes, eles foram simplesmente confrontados com o fato de que a empresa não precisava mais de seus serviços.

O processo é coletivo por natureza e, portanto, todos os ex-funcionários das empresas Tesla nos Estados Unidos que perderam seus empregos em maio ou junho sem aviso prévio do empregador podem ingressar nele. A Reuters, por meio de seus canais, conseguiu confirmar que desde o início de junho, pelo menos 20 pessoas que trabalhavam em empresas da Tesla nos Estados Unidos perderam seus empregos. Os demandantes, no mínimo, esperam receber abono em dinheiro da empresa pelo período de 60 dias que deveria ter precedido sua efetiva redução. De acordo com o representante legal dos queixosos, alguns dos trabalhadores demitidos receberam subsídios por apenas uma semana de trabalho.

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