Não é nada fácil produzir veículos elétricos, disse o fundador da startup Fisker, Henrik Fisker, e isso acabou por ser verdade. Como ficou conhecido, a empresa Fisker pediu falência ontem à noite no Tribunal do Estado de Delaware.
O pedido de proteção contra credores sob o Capítulo 11 do Código de Falências dos EUA ocorre apenas um ano depois que Fisker começou a entregar o primeiro SUV Ocean totalmente elétrico aos clientes. Fisker tem entre 200 e 999 credores, incluindo SAP, Adobe, Salesforce e Ansys, segundo o comunicado. Os ativos da empresa são estimados entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão, e as responsabilidades com os credores são estimadas entre US$ 100 milhões e US$ 500 milhões.
Fisker utilizou os serviços do fabricante austríaco Magna para produzir o crossover Ocean e entregou apenas alguns milhares de carros ao mercado. O crossover foi identificado com muitos problemas técnicos e de software, que se tornaram objeto de ações judiciais de clientes e levaram a recalls de veículos.
As tentativas de fazer face à crise financeira, associada, entre outras coisas, à pequena escala de produção, através da redução de pessoal e da redução de custos, revelaram-se insuficientes para salvar a empresa. A mudança no modelo de negócios de vendas também não ajudou – em vez de vendas diretas aos clientes, Fisker passou a cooperar com revendedores respeitáveis.
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