\nCada segundo empresário tem certeza de que o problema das ameaças cibernéticas às empresas está se tornando cada vez mais urgente. Os analistas do projeto Cyberdom chegaram a esta conclusão com base nos resultados de um estudo realizado em conjunto com a empresa Beeline. O estudo mostrou: 48% dos empresários acreditam que a popularização do conhecimento sobre segurança cibernética no ambiente empresarial ajudará a lidar com ataques cibernéticos, outros 42% esperam formação mais acessível sobre segurança cibernética.\n\n

\n\nFonte da imagem: Israel Andrade/unsplash.com\n\nOs empresários estão cientes da importância das ameaças cibernéticas para os negócios, enquanto 35% acreditam que se manteve no nível do ano passado e 20% estão confiantes de que o perigo só aumentou em 2026. Os incidentes cibernéticos são o principal impulsionador do fortalecimento da proteção empresarial. Assim, 43% dos entrevistados observaram que casos de ataques cibernéticos de grande repercussão no mercado os motivam a se envolverem mais ativamente na segurança da empresa. O mesmo número reforça a segurança cibernética empresarial com base na sua própria experiência, especialmente se esta for acompanhada de danos. Um pouco menos de entrevistados (37%) temem pela segurança dos dados de seus clientes, quase um terço (30%) se assusta com casos criminais de negligência e vazamento de dados, e um em cada quatro representantes empresariais (22%) depende de uma auditoria de segurança cibernética: a presença de ameaças motiva proteção imediata.\n\nPor que os hackers atacam: razões para a propagação de ataques cibernéticos através dos olhos dos empreendedores\n\nSegundo os entrevistados, o principal motivo dos ataques é a baixa cultura cibernética. Assim, 61% notam a ingenuidade e a falta de qualificação dos colaboradores nesta matéria, 35% notam a falta de sensibilização da gestão. Mais da metade (52%) acredita que os próprios funcionários criam ameaças potenciais porque usam dispositivos digitais pessoais e redes inseguras.\n\nOutros 43% dos entrevistados veem a causa dos ataques cibernéticos na digitalização generalizada dos negócios. Eles acreditam que as empresas estão a utilizar cada vez mais ferramentas digitais, cada uma das quais pode tornar-se uma fonte potencial de perigo. Ao mesmo tempo, um terço dos empresários (35%) observa falta de recursos para garantir a proteção.\n\nMedidas de segurança: como derrotar a fraude\n\nEntre as maisOs meios de proteção mais comuns são os antivírus; 73% das PME os possuem. Para proteger os serviços empresariais contra entradas não autorizadas, 58% dos empresários monitorizam a força das palavras-passe que utilizam e 10% utilizam autenticação multifator. 38% das empresas implementaram sistemas de backup de dados para reduzir o risco de perda de dados em caso de ataque. E 15% usam serviços e ecossistemas de nuvem seguros. Os serviços de cibersegurança por assinatura são considerados por 33% dos participantes da pesquisa, enquanto 15%, pelo contrário, não confiam neles e acreditam que a segurança é tarefa dos funcionários em tempo integral. Exatamente metade dos entrevistados estavam indecisos quanto à sua atitude em relação à aquisição de tais serviços.\n\nOs empresários compreendem a importância do conhecimento sobre segurança cibernética. Segundo 4,8%, a popularização do conhecimento sobre segurança da informação no ambiente de negócios e na sociedade ajudará a derrotar a fraude cibernética. Assim, 35% dos empresários querem ver mais comunidades profissionais sobre proteção cibernética empresarial e 42% esperam formação mais acessível. Ao mesmo tempo, 30% das PME já dispõem de formação regular para os colaboradores na área da ciber-higiene. Os entrevistados também destacaram a importância das medidas governamentais: 42% são a favor de aumentar o papel do regulador na luta contra os fraudadores cibernéticos.\n\nOlga Ordenova, chefe do clube empresarial Cyberdom: “Os resultados da pesquisa mostraram: as pequenas e médias empresas estão mudando sua atitude em relação à segurança cibernética. Os empreendedores percebem que as ameaças cibernéticas são relevantes para todos, não apenas para as grandes empresas. Ao mesmo tempo, as pequenas empresas muitas vezes não têm conhecimento e recursos suficientes para garantir o nível de segurança necessário. Para ajudar as pequenas e médias empresas tamanho médioPara as empresas, dentro do clube empresarial Cyberdom existe um projeto CyberLink, onde os nossos residentes, especialistas na área da cibersegurança, ajudam empreendedores de outras indústrias a fazer um check-up de higiene digital e a traçar passos para implementar soluções simples mas eficazes para o seu negócio. O clube tem um sistema de mentoria para empreendedores que estão prontos para tornar seus negócios mais seguros e sustentáveis.”\n\nValeria Orlova, diretora de microempresas da Beeline Business: “As pequenas empresas hoje estão se digitalizando ativamente: os empreendedores estão introduzindo cada vez mais serviços digitais para desenvolver seus negócios e, junto com isso, os riscos cibernéticos estão aumentando. Ao mesmo tempo, a maioria dos empresários não pode pagar os seus próprios especialistas em segurança da informação ou dedicar tempo a formação complexa. Portanto, hoje é especialmente importante oferecer soluções claras, fáceis de implementar e fáceis de usar. São os serviços disponíveis que ajudam a tornar a segurança cibernética parte do trabalho diário de uma empresa.”\n\nAlexey Volkov, vice-presidente de segurança da informação da Beeline: “À medida que as empresas se digitalizam, o número de pontos de entrada para os atacantes também aumenta – desde serviços em nuvem e e-mail corporativo até dispositivos móveis de funcionários. Portanto, hoje é importante não confiar em um meio de proteção, mas construir um sistema de segurança abrangente: usar autenticação multifatorial, backup, proteção de dispositivos finais, perímetro de rede e correio corporativo, além de treinar regularmente os funcionários nos conceitos básicos de higiene cibernética. Para as pequenas e médias empresas, os serviços de assinatura são especialmente procurados, o quepermitem que você obtenha proteção profissional sem criar sua própria equipe de segurança da informação. Na Beeline, estamos desenvolvendo exatamente essa abordagem, oferecendo às empresas serviços abrangentes de segurança cibernética na nuvem que ajudam a aumentar o nível de proteção sem gastos de capital significativos.”\n\nDo que as empresas têm medo\n\nDe acordo com 58% dos participantes da pesquisa, o maior perigo é representado por malware, 40% têm medo de ataques de bots.\n\n35% dos entrevistados têm medo de fraude usando IA e deepfakes, 33% de chantagem telefônica. Outros 18% desconfiam de engenharia social técnicas, que dependem da manipulação de pessoas para obter informações confidenciais e realizar ações como transferência de dinheiro ou instalação de malware. Cada vez mais, esses métodos estão sendo usados por criminosos no espaço digital.\n\nAlém disso, quase metade dos empreendedores (48%) considera a infraestrutura em nuvem insegura e tem medo de vazamentos da nuvem. Por isso, um terço dos entrevistados (33%) prefere hospedar a infraestrutura em servidores locais, uma vez que ela está sob o controle da empresa. diferença entre infraestrutura física e em nuvem.\n\nPublicidade da VimpelCom PJSC Mais detalhes no site\n\ng Moscou, OGRN 1027700166636 erid: F7NfYUJCUneVdT5TcHkc\n.

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