Acredita-se que, tendo como pano de fundo as sanções dos EUA contra a Huawei, os fabricantes europeus de estações base para redes 5G, incluindo a Nokia, poderão se beneficiar materialmente. O novo CEO recentemente nomeado da empresa finlandesa não acredita que os negócios devam usar o fator político para moldar a estratégia.
Fonte da imagem: Reuters
Pekka Lundmark, que retornou à Nokia como CEO após um hiato de 20 anos, explicou em uma entrevista à Reuters que é importante manter boas relações com governos em todo o mundo, mas é uma prática comum para empresas. Para uma empresa privada, disse ele, seria um grande erro promover algum tipo de programa político. A Nokia não vai se envolver na política, mas será guiada apenas pelos interesses dos negócios.
Lundmark herdou uma economia complexa de seu antecessor. As ações da Nokia caíram 40% desde 2015, recentemente foi realizada uma reestruturação, mas a empresa finlandesa vai falar sobre novos planos apenas em um evento para investidores, que será realizado antes do final do ano. Essa forma de apresentação de informações não é bem típica da Nokia, o que apenas reforça a importância do momento. Primeiro, a nova administração terá que concordar com os planos estratégicos com o conselho de diretores da Nokia. Lundmark olha para o futuro com otimismo cauteloso e chama seu novo cargo de “emprego dos sonhos”, enfatizando que para ele é comparável a voltar para casa.
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