Especialistas do iFixit desmontaram o novo smartphone Google Pixel 10 e atribuíram a ele uma classificação preliminar de reparabilidade de seis em dez pontos possíveis. A análise mostrou que o dispositivo possui aspectos positivos e tradicionalmente problemáticos para reparo.
Fonte da imagem: gsmarena.com
Durante a desmontagem, os especialistas descobriram que a bateria é removida com fitas adesivas – uma operação não das mais fáceis, mas também não das mais difíceis em smartphones modernos. Na parte inferior do gabinete, há uma porta USB-C modular e facilmente substituível, mas o acesso à placa-mãe, na qual o processador Tensor G5 está instalado, é difícil devido ao design da câmera. A tela, como esperado, é firmemente colada, o que complica significativamente sua substituição. A principal inovação da linha Pixel 10 foi o sistema Pixelsnap com ímãs, semelhante ao MagSafe da Apple.
O iFixit observou que o vidro traseiro é fácil de remover e o layout interno é organizado e contém menos parafusos em comparação com a maioria dos flagships, além da unificação de todos os parafusos sob o padrão T3 Torx Plus. Uma vantagem significativa é o conector de carregamento modular. Ao mesmo tempo, os engenheiros apontaram que tanto a bateria quanto a tela ainda estão firmemente fixadas com cola, o que complicará os reparos.
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