Na semana passada, o Financial Times já noticiou que as autoridades americanas podem permitir que empresas individuais produzam chips para a Huawei, que não serão usados ​​em equipamentos para redes 5G. Agora, a mesma fonte informa que a Huawei espera estabelecer a produção de tais componentes na China sem usar tecnologias americanas.

Fonte da imagem: Bloomberg

O IC R&D Center (ICRD), sediado em Xangai, com o apoio das autoridades municipais locais, será o parceiro da Huawei nesta nova área de negócios. Inicialmente, tudo se limitará a produtos de 45 nm, mas até o final do ano que vem, a empresa dominará a produção de produtos de 28 nm e, em outro ano, poderá oferecer componentes de 20 nm para estações base 5G. A essa altura, é provável que a Huawei já tenha esgotado os componentes da estação base que construiu antes das sanções americanas. O maior acionista do ICRD é o Huahong Group, que também possui os ativos dos fabricantes contratados Huahong Grace e HLMC.

O ICRD não poderá abandonar completamente o uso de tecnologias e equipamentos americanos em sua empresa, mas essa meta é uma prioridade. Pelo menos, o equipamento chinês será usado ativamente em todas as fases de desenvolvimento da produção. A Huawei não conseguirá produzir chips para smartphones dessa forma, já que eles exigem litografia mais avançada, mas essa empresa será perfeitamente capaz de suprir a necessidade de componentes para estações base. Felizmente, eles são necessários em quantidades menores do que os chips para smartphones. O uso de equipamentos chineses e não da litografia mais avançada para tornar os produtos mais caros, mas a Huawei não tem alternativas particulares sob as condições de sanções. Representantes do ICRD e da Huawei não quiseram comentar os rumores, mas a primeira empresa motivou isso pela sensibilidade do tema em discussão.

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