A Samsung não tem planos de equipar seus smartphones com um sistema magnético semelhante aos usados ​​em dispositivos da Apple e do Google. Essa decisão de design é ditada pelo desejo de manter um equilíbrio entre o tamanho e a funcionalidade do aparelho. Won-Joon Choi, vice-presidente executivo e chefe da equipe de P&D de dispositivos móveis da Samsung, explicou detalhadamente o raciocínio da fabricante.

Fonte da imagem: Samsung

O principal obstáculo para a integração de ímãs diretamente no corpo do smartphone continua sendo seu tamanho físico. A adição de elementos magnéticos inevitavelmente aumentará a espessura do dispositivo, forçando os engenheiros a fazerem concessões indesejáveis. No entanto, como a Samsung prioriza a instalação de baterias de maior capacidade ou a manutenção de um perfil o mais fino possível, a empresa considera tal sacrifício injustificado, preferindo utilizar o espaço do dispositivo de forma mais eficiente.

Um argumento adicional é fornecido pelas estatísticas: de acordo com Choi, de 80% a 90% dos usuários carregam seus smartphones em capas. Como as capas com anel magnético estão amplamente disponíveis no mercado, a empresa não vê sentido em duplicar esse recurso dentro do dispositivo à custa do desempenho. No entanto, isso não significa abandonar completamente a tecnologia no futuro: a Samsung continua a experimentar ativamente nessa área e está conduzindo extensas pesquisas para encontrar a solução ideal.

A integração de ímãs no corpo só ocorrerá quando os engenheiros puderem garantir que não haverá impacto negativo no layout interno do smartphone. Enquanto a tecnologia não permitir a implementação de ímãs sem comprometer outros componentes críticos, a Samsung continuará dependendo de fabricantes de acessórios terceirizados.

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