Esta semana, a família iPhone 17 foi lançada, e seu representante sênior, o Pro Max, chegou perto da marca psicologicamente importante de US$ 2.000. Isso não é tão perceptível no contexto geral, já que as configurações de entrada do iPhone 17 Pro e do iPhone 17 Air acabaram sendo apenas US$ 100 mais caras que seus antecessores. No entanto, o iPhone 17 Pro Max, de US$ 2.000, pretende preparar os compradores para a nova realidade.

Fonte da imagem: Apple

Pelo menos, é disso que Mark Gurman, especialista-chefe em produtos e planos da Apple na Bloomberg, está convencido. Aliás, o custo do iPhone 17 Pro Max, de US$ 1.999, é parcialmente justificado pela presença de 2 TB de memória para armazenamento de dados, mas Gurman acredita que o lançamento de tal modificação no mercado visa, em grande parte, preparar o público para o anúncio do primeiro iPhone dobrável no próximo ano.

O fato é que os produtos dos concorrentes nesse segmento de mercado relativamente jovem, se nos concentrarmos nos produtos da Samsung e do Google, custam de US$ 1.799 a US$ 2.419, então o primeiro smartphone dobrável da Apple provavelmente custará mais de US$ 2.000. O preço de uma versão bem equipada ultrapassará esse valor com uma boa margem. Além disso, se o primeiro iPhone dobrável for lançado no próximo ano, em mais um ano a Apple deverá lançar o iPhone 20 “de aniversário”, que deverá impressionar os compradores, como o iPhone X fez em sua época. Para implementar funções e características avançadas no iPhone 20, a empresa provavelmente terá que desembolsar dinheiro, e, portanto, mesmo versões de smartphones não dobráveis ​​por US$ 2.000 ou mais simplesmente deixarão de ser novidade. Além disso, Donald Trump está aumentando decisivamente as tarifas de importação nos Estados Unidos, e a transferência da produção do iPhone da China para a Índia não reduzirá significativamente o custo dos smartphones da Apple no mercado americano a longo prazo. Por enquanto, a Apple está pronta para reduzir o impacto das taxas alfandegárias no custo dos iPhones nos Estados Unidos, mas isso não pode durar para sempre. Portanto, as versões mais novas dos smartphones desta marca também ficarão mais caras, e não apenas as mais antigas.

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